BLOGUEIROS DO MUNDO TODO COMEMORAM HOJE O BLOG DAY

O que é o BlogDay? Durante o dia 31 de Agosto, bloggers de todo o mundo farão um post a recomendar a visita a novos blogs, de preferência, blogs de cultura, pontos de vista ou atitude diferentes do seu próprio blog. Nesse dia, os leitores de blogs poderão navegar e descobrir blogs desconhecidos, celebrando a descoberta de novas pessoas e novos bloggers. Regras do Blog Day Liste cinco novos Blogs que você ache interessantes. Notifique por email esses cinco bloggers de que serão recomendados por você no BlogDay 2008. Notifique por email esses cinco bloggers de que serão recomendados por você no BlogDay 2008. Publique no BlogDay (no dia 31 de Agosto) esse post. Junte a tag do BlogDay usando este link: http://technorati.com/tag/blogday2008 um link para o site do BlogDay: http://www.blogday.org
INDICO:
SARAPATEL DE CORUJA: http://sarapateldecoruja.blogspot.com/ Blog de variedades da minha amiga Alcione. Adoro esse espaço virtual! VIAJANDO COM BETE: http://viajandocombete.blogspot.com/ Blog da minha amiga e professora (de portugês) Bete Meira. Um blog dedicado aos livros. Coisa rara! IPSIS LITTERIS: http://www.mesmasletras.blogspot.com/ Blog do professor Francisco Grijó. Costumo dizer que esse blog é "capa dura". Sou leitor assíduo e recomendo. Lá você encontra dicas de cinema, livros, músicas, mulheres bonitas... rsss FILOCINÉTICA: http://filocinetica.blogspot.com/ Blog dedicado a filosofia nossa de cada dia. Filosofia e cinema, tudo a ver! DIÁRIO DA V: http://diariodav.blogspot.com Diário da V é um blog de sentimentos, essa é a única definição que me ocorre ao visitar essa página. Confiram!

OS SIGNOS TEMPORAIS

A vida é composta de signos temporais, cada época da sua vida tem um referencial de imagem, odor, sentimento, um som. Os signos temporais servem de referencial para o resto da vida. A todo hora essas referências ressurgem, mas nós só percebemos algumas vezes. Outro dia eu fui com minha filha mais nova a uma locadora pegar um filme. No caminho, passamos por uma praça que eu freqüentava quando criança.

Quando minha filha avistou os balanços, falou: “Dindo (ela me chama assim) posso me balançar?” Eu, como de costume, disse não. Ela fez uma cara triste e seguimos em frente. Já na locadora, enquanto procurava um filme, um dos tais signos temporais me veio à mente. Lembrei-me que quando criança sempre passava com minha mãe por aquela praça e ela nunca deixava eu ir ao balanço. Lembrei-me de quão triste eu ficava. Criança enxerga as coisas de uma forma diferente dos adultos. Coisas simples, que nada significam no “importante” universo dos mais velhos, podem ser muito representativas para os pequenos. Saí da locadora carregando uma cruz de trezentos quilos. Ao passarmos pela praça, claro, convidei minha filha para ir ao balanço. Ela sorriu e, incrédula, se esbaldou no brinquedo. O que se leva da vida é o que se vive, aprendi.

A VERSÃO PERNAMBUCANA DA GUERRA DOS MUNDOS

Tudo começou na manhã de 30 de outubro de 1938: era dia das bruxas!O jovem Orson Welles (foto ao lado) iniciou a transmissão de uma dramatização de "A Guerra dos Mundos" de H.G. Wells , pela estação de rádio CBS. Foram vários flashes informando que marcianos estavam invadindo a Terra e que um violento conflito havia sido travado em Grovers Mill, Nova Jérsei. A CBS informara, minutos antes do início da transmissão, que tudo não passava de ficção científica. Ocorre que muita gente sintonizou o rádio (maior meio de comunicação da época) com o programa já em andamento e a dramatização virou verdade para eles. O pânico foi instalado na cidade de Nova Iorque e em áreas vizinhas.

Essa é uma passagem clássica da história do rádio mundial. Lembrei-me desse fato porque ele inaugurou (no meu modo de ver) as chamadas "Lendas Urbanas", vivíssimas até os dias de hoje. O Recife teve a sua versão da "Guerra dos Mundos", aqui intitulada: "Tapacurá Estourou". No dia 21 de julho de 1975, também pela manhã, às 10h, o boato de que a barragem de Tapacurá, construída para evitar enchentes que constantemente assolavam a cidade do Recife, havia se rompido, se espalhou pela cidade como um rastilho de pólvora. Pânico geral: pessoas correndo de um lado para o outro desesperadas, carros avançando os sinais, muita gente desmaiando nas ruas.

A notícia teria começado no bairro de Casa Amarela (Zona Norte do Recife).Uma rádio tentou desmentir a história, mas acabou botando lenha na fogueira. Ninguém parava para ouvir a notícia completa, todos falavam: "tá dando no rádio, é verdade". Uma declaração equivocada do então governador Moura Cavalcanti, aumentou o desespero do povo: "agora não é mais tragédia, agora é mortandade".O pânico durou a manhã inteira, até que as autoridades, em cadeia de rádio, conseguiram desmentir a história. Na enchente de 1975, considerada a maior calamidade do século na cidade, muita gente ficou desabrigada, houve mortes. As pessoas viviam com esse drama na mente.

Uma lição eu guardei da quase tragédia de Tapacurá. Assustado com o poder do boato, um político da época (cujo nome, infelizmente, não me recordo) falou numa rádio: "comunicação é poder". Venho tendo provas, desde então, da veracidade dessa frase. Depois desse episódio surgiram muitas lendas urbanas: "Perna Cabeluda", a "Mulher do Algodão", "O Pai do Mangue", mas isso é história para o próximo post.
DEPOIS DO BOATO, O PÂNICO SE INSTALOU POR TODO O RECIFE. A FOTO ACIMA MOSTRA AS PESSOAS DESESPERADAS NA AV. GUARARAPES QUE FICA NO CENTRO DA CIDADE.
DESESPERO TAMBÉM NA PERIFERIA. AS PESSOAS 
FUGIAM COM MEDO DE UMA TRAGÉDIA FICTÍCIA.
OUTRO FLAGRANTE DA PERIFERIA: DESESPERO E FUGA!


"O Brasil Não é Um País Sério"

A célebre frase atribuída ao francês Charles de Gaulle, que intitula esse meu breve artigo, ressurge do passado como uma premonição. Basta ler os jornais ou assistir aos telejornais. Na década de 70 (século XX) o governo militar aplicou nos brasileiros "o conto do álcool": criou o Proálcool com o intuito de vencer a crise do petróleo e acabou sendo vencido pelo boicote dos usineiros (que preferiram continuar produzindo açúcar, produto mais bem cotado no mercado da época do que o álcool) e quem dependia desse combustível ficou a pé. E não é que a história está se repetindo? Na nova versão, o golpe se chama " o conto do gás natural". O enredo é o mesmo: o governo incentivou o uso do novo combustível como alternativa e quando boa parte dos donos de veículos aderiu, começaram as ameaças da falta do gás! "o Brasil não é um país sério". Segue abaixo uma pequena lista de fatos que justificam essa máxima do de Gaulle:

* Água oxigenada e soda cáustica no leite “longa vida”

* A boiada do Renan Calheiros

*Ricardo Teixeira foi reeleito e vai ficar na CBF até 2014

*Falência do Sistema Único de Saúde

*Greve dos (Des)Controladores de Vôo

A lista é longa e a vida é breve! rssss

O MONGE, O EXECUTIVO E A DECEPÇÃO

Estou convicto de que nunca serei um monge. Li, ou melhor, tentei ler, o livro "O Monge e o Executivo" do James C. Hunter, que elenca uma série de ensinamentos que, segundo o autor , mostra como ser o que ele chama de "líder servidor". A minha primeira impressão foi de que estava diante de um bom livro. Um prólogo muito bem escrito que prepara você para algo que não vem. Não existe ninguém tão perfeito quanto o Simeão inventado pelo Hunter, ele parece o mestre do Gafanhoto da série Kung fu, tem resposta desconcertante pra qualquer pergunta. Se a idéia do Hunter era me "auto-ajudar", o tiro saiu pela culatra. Irritado, larguei o livro e fui ler a Continente, a melhor revista do (meu) mundo. Dei de cara com uma excelente matéria do Fernando Monteiro: "Os 100 Mais Vendidos", referindo-se aos livros. Acabei tendo acesso a uma informação que acabou de vez com o meu dia (mês, ano, século...). O texto trazia a relação dos seis livros mais vendidos de todos os tempos, que são, na ordem: A "Bíblia Sagrada", 0 "Alcorão", o "Livro de Pensamentos de Mão", "Dom Quixote" , o "Livro dos Mórmons" e, pasmem, "Harry Potter e a Pedra Filosofal". Pensei, cá com os meus cds: "Nas escolas do Brasil (país onde tantos passam fome e muitos morrem de inanição) quase ninguém conhece Josué de Castro e eu questionando lista de vendagem de livros". Tomei um café e fui dormir.

Reedição.

O TAL DO ESPÍRITO OLÍMPICO

Vi um atleta sueco devolvendo uma medalha de bronze por não concordar com os “erros” de arbitragem. O repórter indignou-se com a atitude do rapaz e disse que ele não sabia o que era o “espírito olímpico”. Discordei (do repórter) no ato. Se eu sou um atleta e vejo que fui roubado, que um “algo mais” foi usado como critério, por que não posso me indignar e protestar? Muitas das “verdades” impostas pela mídia descem goela abaixo sem que as pessoas questionem. Todo mundo sempre aceitou as chatices e os chiliques de Bernardinho como um comportamento normal, só porque a seleção de vôlei é vencedora. Na primeira derrota, a blindagem do técnico começou a dar sinais de fraqueza. As verdades da mídia são assim, dependem das conjunturas. Um país gigantesco como o Brasil celebrar uma medalha de bronze como algo fenomenal, pra mim, é incompreensível. Ver um atleta vibrar porque conseguiu chegar a uma final olímpica mesmo terminando em último está além da minha compreensão. Se isso tem a ver com o tal “espírito olímpico”, acho que vou morrer sem absorvê-lo. Eu, pobre mortal, jogaria sim uma medalha fora se me sentisse roubado. Brigaria com um técnico chato, rabugento se ele me agredisse. Não comemoraria a última colocação. Sei bem, os críticos dessas minhas breves palavras dirão que o importante é a competição. Mas essas mesmas pessoas xingam o time do coração quando ele joga bem e perde. O espírito olímpico só se aplica aos outros.
ADENDO: resolvi publicar essa foto, porque tem gente duvidando que fui atleta, que entendo do riscado. A foto abaixo foi tirada nos jogos militares do longínquo ano de 1984. Prata no salto em distância. Direto do túnel do tempo.CLIQUE NA FOTO PARA AMPLIAR

UNIVERSO VIRTUAL, UNIVERSO REAL: APENAS UMA COMPARAÇÃO

Trabalho todos os dias em duas cidades diferentes: manhã e noite em Recife e à tarde em Olinda. Estou sempre em trânsito. Tornei-me um observador dessas duas cidades. Quando chego em casa à noite, navego na internet. Numa dessas viagens pelo mundo virtual, percebi semelhanças entre esses dois universos. Quem cruza a cidade é constantemente importunado por vendedores de balas, frutas, flanelas, etc. Na net é a mesma coisa. Basta abrir um site que aparece logo um banner piscando pedindo para você clicar. No mundo real os engarrafamentos intermináveis triplicam o tamanho do seu caminho. Na net o trânsito é a conexão que, quando está lenta, tira a paciência de qualquer um. Na vida real você, ao sair, tem que deixar a casa trancada, protegida por alarme. Na net é a mesma coisa: Orkut com cadeado, blog com moderação. Caso o seu PC seja invadido o alarme do seu antivírus dá o alerta. Na vida real existe a falsidade ideológica: alguém rouba seus documentos e se passa por você. Na net isso é fichinha. Orkut, MySpace, Gazzag, blogs,estão todos cheios de perfis fakes. Usar a cara de outro tornou-se algo absolutamente normal. Na vida real a maioria das pessoas segue uma religião: são católicos, protestantes, mulçumanos, espíritas, etc. O mundo virtual também tem suas religiões: Windows, Linux, Lótus. Tem também algumas seitas: Photoshop (especialista em mudar as pessoas). Shirink (especialista em desbloquear caminhos). MSN (especialista em vender ilusões). Explorer, Firefox ( guias espirituais). WinAvi (converte tudo). Eu poderia escrever várias laudas comparando esses dois universos absolutamente idênticos, mas como quase ninguém lê posts longos, encerro aqui essa minha retórica.

POR QUE EU AINDA SOU PROFESSOR?

Nos últimos meses uma questão vem me tirando o sono: por que eu ainda sou professor? Esse dilema nada tem a ver com a questão salarial. O problema todo está na sala de aula. O quadro é absolutamente desolador. Os alunos não encaram mais a escola como algo importante. A sala de aula se transformou numa arena de guerra. Constantemente o professor é interrompido por piadas, brincadeiras de mau gosto, todo tipo de insultos. O aluno sente-se no direito de desrespeitar todo mundo, inclusive os poucos colegas que querem estudar. A escola está se transformando num imenso parque de diversões. Os teóricos questionam os métodos de ensino e a falta de estrutura das escolas. Essa visão unilateral premia a delinqüência e a desorganização. Cobrar do aluno responsabilidade e respeito parece não ser mais importante. Ninguém, afinal, quer ser rotulado de “tradicionalista”. O tempo vai passar e esses “alunos” que não compreendem a importância da escola, vão ficar pelo caminho. Pior, talvez sejam vencidos pela vida. Fora dos muros da escola, o comportamento moleque da sala de aula é visto como delinqüência. O patrão não vai ter a paciência que o professor tem. O professor põe pra fora da sala, a polícia põe pra dentro da cela. Na vida real o garoto que picha as paredes e que quebra as bancas, vai ser tratado como marginal. Repito, a vida é duríssima, não tolera a falta de seriedade. Você quer saber por que eu ainda sou professor? Bom, acho que é porque eu fui um aluno peralta que descobriu a tempo o valor da escola. A esperança de que meus alunos também descubram me faz insistir nesse duro ofício. REEDIÇÃO

LOLLAPALOOZA 2008. TEVE ATÉ TROFÉU ABACAXI

Para quem não conhece, o “Lollapalooza” é o Abril Pro Rock dos Estados Unidos. O festival foi criado no início da década de 90 por Perry Farrel (Jane’s Addiction) e era realizado todo ano até 1997. Após um hiato de seis anos o projeto foi retomado em 2003. No começo a proposta era revelar novas bandas. Hoje em dia o Lollapalooza ,além do bom e velho rock, tem apresentações de rap, teatro e dança.
VISÃO GERAL DO GRANT PARK, EM CHICAGO,
ONDE O FESTIVAL FOI REALIZADO
1º DIA - 01/08
O RADIOHEAD NÃO FEZ APENAS O MELHOR SHOW DO PRIMEIRO DIA. A BANDA FOI O DESTAQUE DE TODO O FESTIVAL 2º DIA 02/08
O DESTAQUE DO SEGUNDO DIA FOI O RAGE AGAINST THE MACHINE. SOM PESADO, DISCURSO POLITIZADO. 3º DIA - 03/08
O ROCK INDUSTRIAL DO DESFALCADO NIN
BRILHOU NO TERCEIRO DIA. DA FORMAÇÃO
ORIGINAL, RESTA APENAS O VOCALISTA REZNOR
TODO FESTIVAL TEM UM BARATO. LEMBRAM -SE DA
BLITZ E A BOLA GIGANTE NO ROCK IN RIO?
POIS É, O GIRL TALK RESOLVEU RADICALIZAR.
REINVENTOU O RAFTING. JOGOU UM BOTE
INFLÁVEL EM CIMA DA GALERA E FEZ
O VOCALISTA DA BANDA NAVEGAR.
MUITO MASSAAAAAAAAA!
A IMAGEM QUE ENCERRA ESSE POST
É A COMPROVAÇÃO DE QUE O
CHACRINHA ERA MESMO VANGUARDA.
NAS DÉCADAS DE 60, 70 E 80 ELE
"PRESENTEAVA" SEUS CALOUROS
COM O SÍMBOLO MÁXIMO DO SEU
ESCRACHO: O "TROFÉU ABACAXI".
ESSA RAPAZIADA AQUI DE CIMA,
PENSANDO ESTAR INOVANDO,
EXIBIA O DESONROSO PRÊMIO
PARA AS BANDAS QUE DESAGRADAVAM.
RODA E AVISA!!!!!!!!!!!!!!!

A NOVA IDADE MÉDIA

Na Idade Média, conhecida como “Idade das Trevas”, as pessoas viviam em fortalezas protegidas pela influência de um senhor feudal. Viver além dos muros das cidades medievais era se expor aos perigos de um mundo sem leis dominado por bárbaros, salteadores e criminosos de toda espécie. Com a centralização do poder o mundo evoluiu e se tornou mais seguro. Chegamos ao século XXI, o avanço tecnológico trouxe facilidades para a nossa vida.
Entretanto, basta uma volta pelas grandes cidades do Brasil para perceber que a realidade feudal está de volta. Quem tem dinheiro vive nos grandes condomínios tipo “Alphaville” que modernizou e adaptou para os dias de hoje o conceito da cidade medieval. Morar bem, é morar seguro. Mas e os pobres? Bom, a periferia de hoje funciona como os burgos e vilas da Idade Média. Lembre-se que nessa época os burgueses não pertenciam a elite. Tinham que batalhar para sobreviver e dependiam diretamente do Senhor Feudal. Aí você deve estar pensando: “a figura do senhor feudal não existe na sociedade atual”. Ledo engano.
O que os grandes traficantes e as milícias do Rio de Janeiro fazem é o mesmo que os senhores feudais faziam: em troca de trabalho, submissão e uma discutível proteção, eles mantêm um feudo que na nossa sociedade recebe a denominação de favela. Até a vassalagem é praticada. O traficante mais poderoso, protege o de menor porte. Resumindo: estamos vivendo numa idade média piorada. No passado eles não conheciam uma vida diferente daquela. Mas nós sabemos que é possível viver melhor. É muito duro conviver com isso!
Recebi mais um selo da amiga Alcione. Valeu Sarapatel!!!!!!!!! Seguindo o que manda a regra, pelo poder a mim concedido, indico os seguintes blogs:
ESSE MEU OVO MESQUINHO E FECHADO : textos densos, apimentados e sem meias-palavras. Imagens que falam. A menina Samila manda bem demais.
UM FRANQUILINO PERNAMBUCANO: quer entender a alma pernambucana? Acesse esse blog. O amigo Paulo orgulha-se de ser recifense e deixa esse sentimento transbordar no seu blog.
PENSAMENTOS, SENTIMENTOS E DEVANEIOS: poesias, lirismo, textos que flutuam como uma pluma. É assim que enxergo o blog da amiga Karina. Muito massa!
PITACOS DA NANA: de longe, o blog que tem a melhor triha sonora. É um espaço que fala bem com palavras e com imagens.
VIAJANDO COM BETE: professora de português ,por vocação, essa garota está iniciando na blogsfera mas já tem lugar garantido na minha lista de favoritos.