SPOK FREVO ORQUESTRA, FREVO COM SOTAQUE DE JAZZ

“Nós fazemos frevo para se ouvir e tocar em teatros”, é o que sempre fala o maestro Spok, da Spok Frevo Orquestra. O que é que o frevo dele tem de diferente? Ele revisita clássicos do frevo pernambucano usando uma linguagem jazzística que moderniza o ritmo, sem que a identidade seja perdida.

A orquestra surgiu em 1996 nos ensaios do bloco “Na Pancada do Ganzá”, do mestre Antônio de Nóbrega. Na Spok Frevo Orquestra, os músicos não são presos a partitura, como ocorre nas orquestras tradicionais. Sobre o assunto, o próprio maestro explica: “Uma coisa que sempre notei no frevo foi que o músico nunca teve oportunidade de se expressar, limitava-se a tocar o que o compositor escrevia na partitura, declarou Spok ao jornalista José Teles. O frevo é uma música única e diferente de todas, animada e com uma magia especial: a de passar felicidade”.

Nesse final de semana, um dos mais tradicionais palcos da Europa, o Barbican Hall, teve a honra receber a Spok Frevo Orquestra. Hoje os telejornais aqui do Recife mostraram a platéia em êxtase total saboreando o novo frevo pernambucano. Sim, novo, o ritmo foi reinventado e suas raízes foram devidamente conservadas. Confira no vídeo abaixo o que esse breve post tenta descrever. De quebra,belíssimas imagens do meu Recife:

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ORIGEM DO "MOONWALK", NÃO FOI MICHAEL QUE INVENTOU

QUARENTA ANOS DA CHEGADA DO HOMEM À LUA – SERÁ?

No último dia 16 de julho, o pouso da Apolo 11 em solo lunar completou 40 anos. De acordo com a versão oficial, às 13 horas e 32 minutos de 16 de julho de 1969, os astronautas Neil Armstrong, Edwin 'Buzz' Aldrin e Michael Collins partiram na ponta do foguete Saturno V, de Cabo Canaveral, na Flórida, Estados Unidos, tripulando a nave Apollo 11, composta pelo Módulo de Comando Columbia e pelo Módulo Lunar Eagle. Milhares de pessoas presenciaram o lançamento que foi, inclusive, transmitido para vários países.

A missão Apolo 11, a quinta tripulada, pousou no local conhecido como “Mar da Tranquilidade” após quatro dias de expedição. O astronauta Neil Armstrong teria pisado em solo lunar no dia 20 de julho e pronunciado a célebre frase "Este é um pequeno passo para um homem, mas um grande salto para a humanidade".

Não vou me alongar contando detalhes dessa história que todos sabem de cor. Na verdade, a intenção desse post é discutir o outro lado da história. Milhões de pessoas ,nesses últimos quarenta anos, sempre questionaram essa façanha dos Estados Unidos. Para tanto, teses mirabolantes foram levantadas. Com a popularização da internet, o assunto ganhou força.

O site “Fraude do Século”, por exemplo, publicou um verdadeiro tratado explicando como a farsa teria sido construída pelos americanos. As principais questões levantadas nessa “denúncia” foram:

1 - Existem diversas fotos com sombras em várias direções, sendo que a única fonte de luz seria o Sol e todas as sombras deveriam ser paralelas.

2 - Fotos com diferentes tamanhos da Terra, vista da Lua, evidenciando montagens desproporcionais.

3 - Existem milhares de fotos com penumbra, sendo que seria impossível haver penumbra na Lua devido à ausência da atmosfera.

4 - Faltam as estrelas no fundo de todas as fotos. Com a ausência da atmosfera, as estrelas seriam ainda mais reluzentes.

5 - Nas fotos e vídeos, a bandeira dos EUA fica tremulando ao vento. Porém, não existe vento na Lua simplesmente porque na Lua não há atmosfera.

6 - Em centenas de fotos, há pegadas dos astronautas na Lua. Mas, seria difícil haver formação de pegadas devido à falta de umidade e de gravidade.

7 - Numa das fotos, há indício de alguém ter colocado embaixo de um dos pés do Módulo Lunar um montinho de terra para que este pé não ficasse no ar.

8 - Pelo que se vê nas fotos, não houve pouso do Módulo Lunar. Ele teria sido colocado delicadamente naquele local. Não há marcas no solo do propulsor da nave.

9 - No mesmo lugar onde o pé do astronauta cria uma profunda pegada na superfície lunar, o pé do módulo lunar se mostra muito delicado na superfície da Lua, sem causar qualquer estrago.

10 - Pelo tamanho do Módulo Lunar, dificilmente existiria nele combustível suficiente para colocá-lo em órbita novamente.

11 - Não existem, até hoje, filmes fotográficos que resistam à enorme variação de temperatura que ocorre na Lua.

12 - Em 1969, os astronautas conversavam, da Lua, com a NASA, na Terra, em tempo real. Esta tecnologia não existe até hoje.

13 - A radiação solar incidente na Lua, sem atmosfera, é mortal para qualquer ser humano.

14 - Dificilmente existiriam roupas espaciais, na época, que resistissem às enormes variações de temperaturas da Lua (-153ºC a +107ºC).

15 - Dificilmente existiriam roupas espaciais, na época, que resistissem à ausência da pressão atmosférica na Lua.

16 - Extrema semelhança do ambiente das fotos mostradas pela NASA com o Deserto de Nevada, nos Estados Unidos.

17 - Oficialmente, a NASA só teria realizado seis missões tripuladas à Lua, de 1969 a 1972, exatamente durante a gestão do presidente Richard Nixon. Após isso, nunca mais o homem teria voltado à Lua.

18 - Richard Nixon, envolvido em falcatruas que mancharam a imagem dos Estados Unidos, foi o principal articulador do escandaloso Caso Watergate, o qual culminou em sua renúncia durante o primeiro processo de impeachment estadunidense. Sua história o condena.

19 - Mesmo tendo ciência de que tinha posse de tal material, a NASA nunca exibiu as imagens do primeiro pouso do homem na Lua que teriam sido gravadas em fitas de vídeo e retornado à Terra com qualidade infinitamente superior às transmitidas "ao vivo".

20 - Em 2006, a NASA afirma ter perdido os vídeos originais do primeiro pouso na Lua, que teriam qualidade bem superior aos exibidos a todos até hoje.

21 - Em 2009, a NASA declara que, para economizar dinheiro, e sem ter cópias das fitas originais, gravou intencionalmente outras imagens e dados de satélites em cima das fitas originais que continham o fato histórico mais importante da NASA em todos os tempos.

22 - Richard Nafzger, engenheiro da NASA, afirma que o objetivo maior do governo dos Estados Unidos em relação à ida do homem à Lua era para efeito de marketing.

Alguns dos questionamentos acima expostos foram respondidos num pronunciamento que a NASA fez em 2002. Você pode conferir aqui e julgar se as respostas são satisfatórias. A minha opinião? Acho pouco provável essa fraude mirabolante. Uma coisa tão grande, se fosse forjada, já teria sido descoberta, claro. E você o que acha?

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DIA INTERNACIONAL DO ROCK - DEZ DISCOS QUE MAIS OUVI


Quando pensei em escrever um post homenageando o dia mundial do Rock, mergulhei no passado em busca de meus primeiros contatos com esse universo. A lembrança mais longínqua que minha mente registra é a dos acordes da canção “Era Um Garoto Que Como Eu Amava Os Beatles e os Rolling Stones”, dos Incríveis. O ano, 1970, acho. De lá para cá, muitos outros discos de rock passaram pela minha vida. E o primeiro show? Bom, meu primeiro show de rock foi na praia de Boa Viagem, aqui no Recife, em 1980. A banda era os Cães Mortos. Lembro-me claramente do show e de uma guitarra de corpo transparente que o loiríssimo guitarrista empunhava.

São muitas histórias ao longo de mais de três décadas de rock. Prefiro, então, destacar os dez principais discos que marcaram essa trilha sonora na minha vida. Lembrando: não estou fazendo lista dos melhores discos de rock e sim os discos que mais escutei.
Legião Urbana – Dois (1986): Esse disco é campeão na minha trilha sonora. É, de longe, o disco que mais escutei na vida. Na minha opinião (e de muitos) é o melhor disco da Legião. Não por acaso, “ Tempo Perdido” foi um dos hinos da minha juventude.
U2 – Under Blood Red Sky (1983): Esse é um disco contemporâneo da Legião Dois e competiu acirradamente com ele pelo primeiro posto na minha trilha sonora. Ouvi muito esse mini-elepê. É um registro ao vivo de um show do U2. É desse disco a melhor versão ao vivo da clássica “Sundy Bloody Sunday”.
Legião Urbana – As Quatro Estações (1989): O segundo melhor disco da Legião Urbana. Uma verdadeira fábrica de hits. Vi o show desse disco aqui no Recife, em 1990. Inesquecível!
Beatles – Beatles For Sale (1964): esse é um disco que nunca entra na lista dos melhores dos Beatles porque é cheio de covers. Aliás, a música que mais gosto desse álbum é Mr. Moonlight, um cover de um bolero do Roy Lee Johnson.
John Lennon – Double Fantasy (1980): Esse foi o disco que marcaria a volta de John Lennon depois de cinco anos de reclusão. Ele deu uma parada na carreira para se dedicar ao filho, Sean. John não viveu o bastante para ver o sucesso desse ótimo disco. Foi assassinado no dia 08 de dezembro, no mesmo ano do lançamento do disco. Ouvi muito esse álbum!
Beatles – Rubber Soul (1965): esse álbum oi lançado no ano em que eu nasci, mas só cheguei até ele em 1986, pelas mãos do meu amigo Joselito que, fascinado pela canção “In My Life”, me apresentou o disco. Contei essa história em um post aqui do Jornália. Uma obra prima dos Beatles!
Paralamas do Sucesso – Selvagem (1986): esse foi o disco em que o Paralamas ganhou identidade própria. Foi uma guinada de 360 graus. Eles saíram do pop (muitíssimo influenciado pelo The Police) e aderiram aos ritmos brasileiros. É o melhor disco da banda!
The Smiths - Hatful of Hollow (1984): esse disco, na verdade, é uma coletânea. Aliás, The Smiths é a banda que mais lançou coletâneas no mundo. Adoro esse disco e destaco a versão original de “Stil Ill”. Essa música foi relançada com uma versão meio xarope que eu abomino.
Dire Straits - Brothers In Arms (1985): Esse é o grande disco do Dire Straits. Apenas nove músicas, mas teve seis hits. Destaco a belíssima (e pinkfloydiana) Brothers In Arms.
Chico Science & Nação Zumbi – Da Lama Ao Caos (1994): Quando tudo parecia perdido, eis que surge Chico SCience com sua oficina de sons. Conheci Chico pessoalmente, antes dele ser Science, ainda como vocalista da banda “Urb Et Orb”. Conversamos no Espaço Cultural Arteviva, em 1988, onde minha banda, “Arte Final”, se apresentava. Lembro-me que antes do sucesso do Chico, o maracatu era vaiado aqui em Recife. Hoje em dia as pessoas dançam maracatu nos quatro cantos de Pernambuco. Grande disco, grande contribuição a cultura brasileira. Da Lama Ao Caos é o único disco dessa lista que ouvi primeiro em cedê. Todos os outros conheci através do bom e velho elepê.

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