POR ONDE ANDAM OS ATORES DA SÉRIE DAWSON'S CREEK


 James Van Der Beek (Dawson Larry): Depois do seriado, Van Der Beek caiu no ostracismo. A carreira de ator não engrenou e ele passou a atuar em pequenos papéis em seriados. Esse ano, porém, voltou interpretar um papel de destaque. Na série “Apartament 23”, que estreou no dia 11 de abril e teve sete episódios na temporada de estreia. Ele interpreta “June” um jovem que se muda para Nova York e acaba desempregado. Sua vida começa a mudar quando  arranja um empego numa cafeteria. James Van Der Beek tem mais essa chance de voltar a brilha na tevê.
Katie Holmes (Joy Potter): Katie iniciou, paralelamente, sua carreira no cinema e na tevê. Em 1998, ano de estreia do Dawson's Creek, ela estrelou o terror adolescente “Comportamento Suspeito”, com relativo sucesso. Mas o grande sucesso da série acabou tirando o foco da telona. Após o seriado, Katie fez quatro filmes com destaque para sua participação em “Batman Begins” onde interpretou Rachel Dawes, uma advogada que mantinha um affair com Batman. Em 2006, casou-se com o ato Tom Cruise e abdicou quase que totalmente da carreia. Com a separação ocorrida esse ano, espera-se que ela retome sua carreira.
Michelle Williams (Jen Lindley): Dos atores que integravam o cast da série, Michelle é a que tem a carreira mais consistente. Teve uma participação marcante na série interpretando a controvertida Jen. A cena da sua morte foi um dos episódios mais dramáticos e tristes da tevê americana. Depois do seriado, Michele engrenou sua carreira no cinema com destaque para suas atuações em O Segredo de Brokeback Mountain”, “A Lista”, “Wandy e Lucy” e “Ilha do Medo”. Esse ano ela ganhou um Globo de Ouro por sua atuação em “Sete Dias Com Marilyn”.
Joshua Jackson (Pacey Witter): Joshua se destacou na série, inicialmente, como o garoto problemático, depois o seu personagem evoluiu quando iniciou-se o triângulo amoroso junto com o casal potagonista, Dawson e Joy. Para muitos – eu não – Joshua teve uma participação mais marcante do que a de  James Van Der Beek, tendo, inclusive, um final feliz com a mocinha, Joy. Com o cancelamento da série, Joshua participou de vários filmes de conteúdo adolescente sem grande projeção. Em 2008 voltou a protagonizar uma série de sucesso interpretando Peter Bishop em Fringe. A série foi renovada para a quinta temporada. Joshua ganhou vários prêmios. Por suas atuações em Dawson's Creek ganhou três “Teen Choice Award”. Ganhou também:  um Young Hollywood Award (2000), um “Jury Award” (2005), um “Satellite Award” (2006) e um “Hollywood Film Award” (2006).
Kerr Smith (Jack McPhee): O ótimo trabalho desenvolvido por Kerr em Dawson's Creek não foi o primeiro sucesso dele, dois anos antes ele havia protagonizado a série “As the World Turns”, interpretou “Teddy Ellison”. Mas foi mesmo como o homossexual Jack que ele ganhou projeção. Participou também da série “Charmed” (10 episódios), “E-Ring” (16 episódios), “Justice” (13 episódios), “Eli Stone” (05 episódios) e “Life Unesxpected” (26 episódios). Kerr fez também várias participações em diversas séries. Seu trabalho mais recente foi uma participação na série NCIS em 2011.
Meredith Monroe (Andrea McPhee): A irmã neurótica de Jack teve um relativo sucesso nas quatro temporadas em que participou. Após o cancelamento da série, voltou a atuar regularmente numa série, entre 2005 e 2009, participando de 13 episódios de “Criminal Minds” interpretando Haley Hotchner. Após esse trabalho continuou fazendo pequenos papéis em seriados. Seu último trabalho foi em 2011 quando interpretou Alice Breeland em “Hart Of Dixie”.
Mary-Margareth Humes (Gail Leery): A mãe do Dawson teve sempre uma participação discreta na série. O único momento de destaque foi quando traiu o marido. O desenrolar dessa história deu um pouco mais de projeção ao seu papel que era secundário. Mary tem uma carreira discreta fazendo pequenos papéis em diversos seriados. Sua última aparição foi no filme “Chasing Eagle Rock” (2012) interpretando Mags Avery .
John Wesley Shipp (Mitch Leery): Mais conhecido pelo seriado “The Flash” que  protagonizou entre 1990 e 1991, John Wesley teve uma participação discreta em Dawson's Creek, tendo um pouco mais de projeção durante os episódios que abordaram a traição de Gail. Em 2010 voltou a atuar com regularidade em uma série. Participou de 19 episódios de "One Life to Live" . Seu último trabalho foi na série “Teen Wolf” (2012) interpretando Mr. Lahey.
Mary Beth Peil (Evelyn Ryan): A carismática avó da Jen foi ganhando espaço aos poucos e acabou participando das seis temporadas da série. Sua carreira, entretanto, manteve-se sempre discreta. Após o cancelamento da série, Mary fez aparições em diversas séries. Entre 2009 e 2012 voltou a atuar regularmente em um seriado interpretando “Jackie Florrick” em 32 episódios de “The GoodWife”.

SHOW DE CRIATIVIDADE: VISITANDO VÁRIOS ESPAÇOS SEM SAIR DO LUGAR


Willow - Sweater from Filip Sterckx on Vimeo.


Navegando pela rede dei de cara com essa maravilha de vídeo do Willow. Um show de criatividade. Visitando vários espaços sem sair do lugar. Sensacional!

Vi no “Não Salvo”

SOBRE A SELEÇÃO BRASILEIRA E O RECIFE, APENAS UMA PERGUNTA

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10 MOTIVOS PARA VOCÊ NÃO CANTAR VITÓRIA ANTES DO TEMPO



Vi no "O Buteco da Net"

O ANACRONISMO NOSSO DE CADA DIA

Numa publicação da National Geogaphic, assinada por Erla Zwingle, a antropóloga grega Nadina Christopoulou, em poucas palavas, destrói o mito da Grécia gloriosa que sempre se sobrepõe à dura realidade atual do seu país: “Somos um povo atormentado, a maior parte de nossa memória social gira em torno da Grécia gloriosa do passado, da perda desse poder, da culpa que jogamos nos 400 anos de ocupação turca e do que poderia ter acontecido se não fosse a intervenção da Turquia. Acho que temos um apego nocivo e muito peculiar ao passado. A adoração, a devoção à antiga Grécia. Os italianos não têm isso (em relação à Roma Antiga).”

Essa preciosa observação de Nadina, por analogia, se aplica a várias outras situações. A paixão incontida – síndrome de Estocolmo, para alguns – que muitos recifenses nutrem pelo passado holandês da cidade se assemelha à paixão grega pelo seu passado glorioso. Até mesmo a culpa pelo atraso atual que eles atribuem aos quatro séculos de ocupação turca tem sua versão aqui. Dizem os mal informados: “Se os holandeses não tivessem sido expulsos, estaríamos em outro nível”. Penso sempre: Seríamos um Suriname, então?

Outro exemplo: vários times do futebol brasileiro, que tiveram um passado glorioso, sobrevivem hoje da lembrança desse passado. O que mantém essas equipes vivas é a esperança de, ao menos em algum momento, reeditar alguma dessas glórias. Usar o passado para sustentar – mesmo de forma precária – o presente é um equívoco inominável. Impede uma possível renovação, uma tomada de atitude. Com os times de futebol é fácil resolver isso. Muitos, atualmente, estão se convertendo em empresas e o passado está deixando de ser mais importante que o futuro.

Já com os países o problema perdura porque existe o apego à cultura e à herança do povo. Na Grécia, por exemplo, aceitar que o passado glorioso não agrega quase nada de bom ao presente seria como ter que deletar uma parte da própria história. Isso não seria interessante. O passado, sabemos, é importante para se compreender o presente. Ele, entretanto, não pode ser mais importante do que o momento atual. Esse anacronismo funciona como uma enorme âncora que segura as mudanças.

Os gregos chegam ao ponto de fingir uma origem étnica pura, sem miscigenação. O fato de se colocar a não-miscigenação como uma possível “pureza étnica”, inevitavelmente, remete-nos aos delírios racistas de Adolf Hitler. Mais: o purismo étnico alegado pelos gregos, geneticamente falando, representaria uma fraqueza pois é sabido que uma raça miscigenada se fortalece, torna-se mais resistente. Esse elementar ensinamento da biologia sempre foi riscado das cartilhas de quem se esforçou em proclamar supremacia de uma raça sobre outra. A tal da cegueira providencial.

Encerro esse post com a valorosa contribuição de Mário Quintana sobre esse instigante tema:
O que me impressiona, à vista de um macaco, não é que ele tenha sido nosso passado: é este pressentimento de que ele venha a ser nosso futuro”.

PASSEANDO COM SEU DINOSSAURO DE ESTIMAÇÃO




Zapeando pela rede, dei de cara com esse ótimo vídeo: uma jovem passeando com seu dinossauro num corredor de lojas. Hilário e muuuuuuuito realista. Bom início de semana a todos!

LIBERDADE VIGIADA


Há algumas semanas, durante uma aula de gestão, um colega soltou uma frase de um teórico da educação que sentenciava: “A educação é prostituta, aceita tudo”. A frase contundente, claro, causou uma intensa discussão. Posicionei-me a favor da colocação porque observo no meu cotidiano exemplos claros disso. Ontem, em uma das escolas em que trabalho, circulou uma lista – não sei se legal ou não, ainda estou me informando sobre – para assinarmos “concordo” ou “discordo” no que se refere à absurda proposta da instalação de câmeras de monitoramento dentro das salas de aula.

Que eu saiba, só nas instituições que lidam com valores as pessoas – por razões óbvias – têm que trabalhar monitoradas por câmeras. Nenhum outro profissional trabalha com sua privacidade exposta para terceiros. O mais incrível foi perceber que a maioria dos professores aceitou passivamente essa invasão. Percebi contradições no posicionamento de alguns colegas. Dias antes, na sala dos professores, falávamos sobre como o Google Maps monitora as ruas - que é um ambiente público -  e serve como um eficaz instrumento de localização. Uma colega disse que achava um absurdo “não termos mais privacidade, câmeras em todo canto”. Câmeras na rua é um absurdo, câmeras na sala de aula é normal. Contraditório!

O argumento para a instalação dos equipamentos é a conservação do patrimônio e a inibição da violência. Será que os médicos aceitariam ser monitorados durante a realização de uma consulta? E o paciente? Por analogia volto à sala de aula: não é só a privacidade do professor que está sendo invadida, tem também a questão dos alunos, eles também terão sua privacidade exposta. A questão merece uma reflexão séria e não pode ser resolvida apenas com uma lista de “sim” ou “não”. Deixo aqui registrado o meu protesto por mais esse absurdo cometido na educação em Pernambuco. 

UMA AULA AO ESTILO HITLER

Sábado, na aula de gestão, um estúpido professor falava, falava, e se aborrecia quando alguém queria dialogar, vejam só. Um amigo fez um comentário e eu quis complementar:

Ed: -Professor, permita-me uma observação?

Professor Estúpido: -Não, tenho um cronograma para cumprir!

Ed: - Mas eu quero falar, tenho esse direito. Não posso participar da aula? Vocês está sendo arbitrário!

Professor Estúpido: - Se você fosse meu aluno já saberia, tenho um tempo a cumprir.

O resultado desse absurdo foi que muitos outros professores da minha turma se revoltaram e saímos todos da “aula estilo Hitler”. Fomos protestar no pátio. O triste nessa história não foi a postura arbitrária desse inexperiente professor. Muitos colegas, passivamente, acharam que ele estava certo em apenas vomitar slides na cara da gente e cercear a troca de ideias. A coordenação do curso foi acionada, mas pouco ajudou, apenas trouxe a ata para assinarmos. O estúpido professor continuou vomitando slides para seus cordeirinhos e cumprindo seu “importantíssimo” horário. Mais uma lição de como não deve se portar um bom gestor.