DEZ PERSONAGENS FASCINANTES DAS SÉRIES QUE ASSISTI

Steve Mcgarrett (Havai 5-0) - Assista aqui
O grande detetive havaiano Steve Mcgarrett é uma das memórias mais remotas que tenho das séries de tevê. Mora no meu imaginário. Lembro-me bem dos episódios que assistia na tevê em preto e branco. Um personagem fascinante, apaixonante, denso. Sem palavras! Grande Jack Lord!
 Tony Soprano (Família Soprano) - Assista aqui
O mafioso Tony Soprano seria, por definição, um Jack Bauer com um toque de lirismo e charme. Um personagem emblemático e arrebatador que imortalizou o grande ator James Gandolfini. Adoro!
 Monk (Monk) - Assista aqui
Pegaram o Detetive Columbo e encheram de neuras, foi assim que surgiu o Monk. Esse hilário investigador consegue reconstruir uma cena de crime a partir dos mais inacreditáveis elementos. Pequenos e, aparentemente insignificantes, detalhes, sempre revelam o criminoso. Grande Monk!
 Cal Lightman (Lie To Me) - Assista aqui
O indefectível Dr. Cal Lightman é a versão científica do Mentalista. Não tem o charme do Patric, mas consegue arrancar a verdade dos seus investigados apenas interpretando as tais micro expressões. Muito bom!
 Jack Bauer (24 Horas) - Assista aqui
Não existe meio-termo com ele: metade do mundo odeia, a outra metade ama. Faço parte, obviamente, do segundo grupo. É um personagem tenso, não relaxe um só minuto. Prende o expectador com sua força e seu carisma. Bom demais!
 Walter Bishop (Fringe) - Assista aqui
O Walter está nessa lista porque, além de ser fascinante, é um personagem absolutamente lírico. Um super cientista que alterna genialidade e comportamento infantil. Mora no meu imaginário!
 Spock (Star Trek) - Assista aqui
Esse é, sem dúvida alguma, um dos maiores ícones das séries de tevê. Mesmo para quem não curte a série, a figura do Dr. Spock é uma lenda. Merecia uma estrela na calçada da fama!
 Patric Jane (O Mentalista) - Assista aqui
O Mentalista Patric Jane é um dos personagens mais fascinantes das séries que assisti. Absolutamente diferente de todos os investigadores criminais, ele mistura fantasia e realidade desvendando crimes como se estivesse numa grande brincadeira. Sensacional!
 Columbo (Columbo) - Assista aqui
O adorável Detetive Columbo é uma espécie de anti-detetive, uma lenda do mundo das séries. Os roteiristas criaram um universo culto em volta do personagem que fascina os fãs até hoje. Nunca revelaram o primeiro nome dele, a tão falada esposa dele nunca deu as caras e por aí vai. Dizem que Monk, o neurótico, teria sido inspirado nele.
Dr. Smith (Perdidos No Espaço) - Assista aqui
O adorável Dr. Smith arrancava risadas e ódio dos expectadores. Faziam maldades e depois se arrependia, sempre voltava atrás. Era um vilão de coração mole. Está presente na minha vida desde que me entendo por gente!

BREVE COMENTÁRIO SOBRE AS ELEIÇÕES

Pois então, cá estou de volta ao sagrado ofício de escrever. Em tempos de eleição, assunto é o que não falta. Depois desse último debate, então! O interessante foi perceber que, diferentemente dos programas  anteriores, o foco estava no enfrentamento de alguns “nanicos”.

Luciana Genro e Eduardo Jorge direcionaram a artilharia para o boquirroto (absolutamente sem noção) Levy Fidélix. As rusgas do embate anterior voltaram à tona. Quis o destino que Luciana Genro – devido ao andamento do programa - fosse obrigada a dirigir sua pergunta ao seu desafeto maior, o tal do Fidelix. O cara perdeu a linha, piorou o que já havia dito e tornou-se, mais uma vez, o personagem de meme mais reproduzido da rede.

Por analogia, é possível comparar os chamados “candidatos nanicos” aos times de futebol que entram em campo já desclassificados: jogam sem grandes responsabilidades, como francos atiradores, e acabam se superando. É lógico que se  Luciana Genro estivesse na disputa por um partido de ponta, com chances reais, ela teria outro discurso e não abriria sua fala jogando pedras na Globo. Aliás, vai ter troco, Luciana, pode esperar.

E Marina Silva? Começou a disputa como vice de Eduardo Campos, brigando para tentar um possível segundo turno. Por força de uma tragédia, foi alçada ao posto de candidata a presidente e não segurou a onda. Mostrou inexperiência em momentos cruciais. O episódio envolvendo o pastor Silas Malafaia que, via rede social ameaçou retirar o apoio a Marina se ela não mudasse o seu discurso, (confira aqui) mostrou que a candidata não aguenta pressão. Se amarelou diante da ameaça velada de um pastor, como se comportaria na condução de uma questão importante da política internacional?

Marina não está fora da disputa, isso é fato, os números mostram que a briga pela vaga no segundo turno com Aécio vai ser dura, mas ela leva desvantagem porque está numa descendente enquanto o tucano vem crescendo. Os impedimentos – eles são muitos, mesmo que ela negue – atrelados a sua forte inclinação religiosa, claramente, é o que a puxa para baixo. Um estadista, até por uma questão de respeito à Constituição, tem que passar por cima dos seus preconceitos e dogmas, sobretudo nos dias de hoje em que o poder da mídia está ao alcance de todos. Nada passa despercebido! Só nas ditaduras teocráticas os preceitos religiosos têm força de lei. No mundo democrático, quem envereda por esse viés – mesmo que disfarçado – naufraga.