DISCOS FUNDAMENTAIS DO ROCK BRASILEIRO - SEGUNDA PARTE


Blitz – As Aventuras da Blitz


Engenheiros – A Revolta dos Dandi


Capital Inicial - 1986
1.    Música Urbana
2.    No Cinema
3.    Psicopata
4.    Tudo Mal
5.    Sob Controle
7.    No Cinema
8.    Leve Desespero
9.    Linhas Cruzadas
11.  Fátima


Ira – Vivendo e Não Aprendendo


O Passo do Lui
1.    Óculos
2.    Meu Erro
3.    Fui Eu
4.    Romance Ideal
5.    Ska
7.    Me Liga
9.    Menino e Menina


Lulu Santos – O Ritmo do Momento
3.    Você Teima
6.    Chicana
7.    Seu Mal
8.    Moon Da Lua
9.    Metal Leve
10.  Tudo
11.  Tudo Mais


RPM – Rádio Por Minuto


Kid Abelha – Seu Espião


Ultraje – Nós vamos invadir Sua praia
3.    Mim Quer Tocar
4.    Zoraide
5.    Ciúme
6.    Inútil
7.    Marylou
8.    Jesse Go
9.    Eu Me Amo


Titãs – Õ Blesq Blom 

Há 45 anos!


Mais sobre ela:
 http://coletivodegenerovioletaparra.blogspot.com.br/2014/04/soledad-barrett-viedma-1945-1973-1.html

22 Bicicletas Que Marcaram Época






















O BAIRRO DE AFOGADOS JÁ TEVE UM FORTE HOLANDÊS

Gravura do Forte Príncipe Guilherme

Nas inúmeras vezes em que pesquisei sobre as origens dos bairros do Recife, em diversas fontes, o bairro de Afogados figurava, até meados do século XIX, como “o fim do Recife”, uma referência clara a área urbana que se estendia do centro da cidade para o interior. O bairro dos Afogados – é desse jeito que os textos antigos se referem ao local – sempre teve importância por ser uma encruzilhada, passagem obrigatória para quem se deslocava para o interior ou para quem vinha da zona norte para o litoral. Ali se constituiu uma área de comércio intenso que atendia aos viajantes. Mas o propósito desse breve post é outro. Nos relatos de José Luiz Mota Menezes na obra “Ruas Sobre As Águas” (CEPE-2015) ele faz referência ao “Forte do Príncipe Guilherme” um ponto de resistência militar cuja construção é atribuída a Maurício de Nassau.  O dito forte era também conhecido por “Torre dos Afogados”, "Forte de Willem" e “Forte de Piranga”. Nassau, em um documento datado de 14 de janeiro de 1638, intitulado “Fortificações”, descreveu assim o equipamento militar:

É um forte de quatro pontas com quatro baluartes, e está muito bem colocado, porque nos assegura o caminho da Várzea [do rio Capibaribe] e de toda a terra, e defende a passagem da ilha de Antônio Vaz para os Afogados. Está situado em uma planície na sua parte mais elevada, dominando assim o campo até onde o canhão pode alcançar. Para o lado do noroeste tem fossos fundos; ao sudeste porém, os fossos não são fundos, e o solo é mais alto, pelo que o inimigo pode aproximar-se por meio de aproches. É necessário que este forte seja cercado de uma contra-escarpa, pois não sendo assim, faltar-lhe-á fortaleza. É construído de uma terra singular, que, de verão, quando seca, é tão dura como pedra, e de inverno, quando chove, é mole como argamassa, sulcando-a as águas de modo que é necessário grande dispêndio para repará-lo e conservá-lo."

Estima-se que o Forte do Príncipe Guilherme tenha abrigado um efetivo militar de mais de duzentos homens. Durante um considerável período várias ações militares partiram dessa fortificação: o ataque ao Engenho de Pedro da Cunha, na Várzea, e ao Forte Real do Bom Jesus. Outro aspecto importante a se destacar na história desse equipamento militar é o fato dele ter propiciado a construção de uma importante via de acesso entre o centro da cidade e o interior, a Rua Imperial, que nasceu do dique construído pelos holandeses ligando o forte das Cinco Pontas ao Forte do Príncipe Guilherme.

 Entre 1648 e 1654, ocorreram intensas batalhas entre a resistência portuguesa e os holandeses até que no dia 17 de janeiro de 1654 os portugueses tombaram as torres do local e dominaram os batavos. O Forte do Príncipe Guilherme ficou abandonado durante vários anos, foi reconstruído no final do século XVII mas com o crescimento da cidade e a expulsão dos holandeses ele perdeu sua importância militar. Acabou sendo demolido em 1813 e transformado em um grande aterro. Atualmente, no local do antigo forte, funciona a Asa Indústria Comércio LTDA, como mostra o print abaixo:


Redemoinho tecnológico

Foto: Divulgação internet

Pois então, ando observando – há tempos – as tantas mudanças que a revolução tecnológica vem nos proporcionando nos últimos anos. É tanta coisa que a gente nem percebe que está dentro de um redemoinho tecnológico, inventar coisas, de certa forma, virou rotina.  Em um dos grupos do zap que participo, um amigo, perplexo, informava que o novo cedê dos Paralamas do Sucesso, um dos gigantes do rock nacional, sairia com uma tiragem inicial de duas mil cópias apenas.  Num passado bem recente essa quantidade ínfima de discos se verificava no catálogo de bandas iniciais. O porquê dessa nova realidade, sabemos, é o desinteresse do público pelas mídias físicas, sobretudo as originais. Os compradores de cedês originais, agora,  são apenas os  colecionadores. 

Antigamente a indústria moldava a sociedade e fazia imposições de modelos que eram rapidamente assimilado por todo mundo com uma certa satisfação até. Entrar nessa ou naquela onda era sinônimo de poder aquisitivo e, por conseguinte, de status. Atualmente estamos experimentando uma realidade inversa. A sociedade cria padrões para a indústria e se impõe.  Veja o exemplo da Netflix, o maior provedor de streaming pago do mundo. O conceito adotado pela empresa foi copiado dos internautas.  Baixar séries e assistir às temporadas completas foi um modelo criado pela sociedade que a empresa copiou e dinamizou.  Se depois da popularização do MP3 nós passamos a andar com nossas rádios personalizadas no bolso, com a popularização da Netflix passamos a ter a nossa programação de TV personaliza e ganhamos, há pouco,  o incremento de poder baixar o conteúdo para assisti-lo quando o aparelho estiver desconectado da rede, é muita facilidade!
Não revelamos mais as fotos do dia a dia, elas são automaticamente disponibilizadas nas redes sociais, não temos mais despertador, o smartphone nos acorda, ele também nos lembra a hora do remédio, a consulta médica, calcula, mostra caminhos, documenta (em áudio, vídeo) esses caminhos e, dependendo do aplicativo que você busque, ele faz o que você quiser.

Assustador? Sim, maravilhosamente assustador esse novo mundo e agora, enquanto concluo esse texto, ele já está diferente, em algum lugar do planeta alguém teve uma ideia que em breve chegará até você, aguarde!

A Engenharia do Papel



A arte do designer japonês Haruki Nakamura ganhou destaque na internet nos últimos meses pela magia e precisão dos brinquedos de papel que ele cria. A técnica é conhecida como “Kirigami”, um termo derivado do original japonês “Kirukami” (cortar papel).  As criações de Haruki têm um diferencial: mesmo sendo de papel elas são articuláveis e mudam de forma, são verdadeiros transformers de papel.  Esse detalhe, inclusive, fez surgir a expressão ”engenharia do papel”, a forma como os fãs se referem ao trabalho do artista. Confira no vídeo acima alguns dos trabalhos dele!
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