JULGANDO O DISCO PELA CAPA VOL. 02

Bob Dylan – The Freewheelin (1963): O segundo álbum do trovador do rock tem uma linda capa. Não sou muito fã do Bob Dylan, confesso que não entendo como ele é tão cultuado até hoje. Mas isso é outra história, o que está sendo julgado aqui é a capa. Nesse quesito o álbum “ The Freewheelin” é nota 10.

John Lennon – Yoko Ono - Two Virvens (1968): um disco experimental lançado na fase pré-carreira solo de Lennon. Imagine o escândalo que essa capa provocou em 1968, ano do seu lançamento. A EMI recusou-se a lançar o disco e a dupla Lennon – Yoko teve que recorrer a um selo independente. O disco não tem músicas, apenas uma série de experimentos sonoros.

Dabbie Harry – Koo Koo(1981): ver o rosto belíssimo da Blondie Dabbie Harry atravessado por agulhas causou mais emoção do que a audição das doze faixas desse disco. Essa capa é sempre lembrada como uma das melhores da década de 80.

Sepultura – Roots (1996): A melhor capa do Sepultura, sem dúvidas. Essa imagem tribal marcou a guinada que a banda deu no seu som. Desagradou a muitos, é certo, mas, no geral, o disco foi celebrado. O clipe da música “Roots, blody roots” feito a partir de animação, fez muito sucesso.

Rollingssss Stones – Tatto You (1981): Os Stones são especialistas em capas boas. Essa imagem do disco Tatto You, dizem, inspirou a criação da personagem, “Mistica”, da série X-Men.

Os Mutantes – Os Mutantes (1968): capa boa e disco bom! Nada mais precisa ser dito sobre essa obra. Os Mutantes sempre foram performáticos, mas nunca deixaram que a misancene fosse mais importante que a música. Uma dádiva!

Roxy Music – Country Life (1971): Todos os discos do Roxy Music (exceto Avalon – 1981) trazem mulheres na capa. Em Coutry Life, a banda recrutou duas prostitutas que causaram escândalo ao aparecerem semi-nuas. O disco é um dos melhores da banda, traz o clássico "The Thrill Or It All".

Gal Costa – Índia (1973): essa capa sensualíssima (e belíssima) fazia a alegria dos adolescentes na década de setenta, um clássico. Esse disco é mais uma exemplo da dobradinha capa boa-dico bom.

Nirvana – Nevermind (1991): Essa clássica capa do Nirvana é tão boa que até o presidente Lula resolveu imitar (confira aqui). É um dos ícones da geração grunge. Mais um exemplo da dobradinha disco bom-capa boa.

The Clash – London Calling (1979): A capa do grande disco do The Clash foi a última grande imagem do movimento punk da década de setenta. Em quase todas as listas dos grandes discos de rock de todos os tempos, “London Calling” está entre os dez primeiros, sendo que, em várias eleições ele está no topo. Não bastasse esse histórico sonoro, tem essa iconográfica capa. Sem palavras!

Comments

2 Responses to “JULGANDO O DISCO PELA CAPA VOL. 02”

ALIMAC disse...
2 de novembro de 2009 12:51

ótimos discos.
Principalmente dos Mutantes, Rolling Stones e do mestre Dylan.
Faltou um Beatles ^^

www.teoria-do-playmobil.blogspot.com

ED CAVALCANTE disse...
2 de novembro de 2009 15:13

Alimac, na primeira edição desse post eu publiquei uma capa dos Betles e uma de lennon.

Obrigado pela visita!